Rural Education in Brazil: training process of the Degree in Rural Education. Teacher training in Cuba.
Teachers: Profa. Dra. Mônica Castagna Molina (UnB – Brasília - DF); Profa. Dra. Berta María Pichs Herrera (Cuba/Costa Rica), Prof. Dr. Silvano da Conceição (UESC)
Forum / Comments
As reflexão apresentada pelo professor Silvano acerca da educação do campo no ensino médio, especialmente no contexto dos municípios baianos, evidencia uma crítica estrutural ao modelo educacional contemporâneo, situado no interior das contradições do modo de produção capitalista.
O texto aborda a educação do campo no ensino médio, destacando que ela está subordinada à lógica do capitalismo e às diretrizes curriculares como a BNCC, que fragmentam o conhecimento e dificultam uma compreensão mais ampla da realidade. Bem como o distanciamento entre o currículo urbano-industrial e a vida dos estudantes do campo, defendendo a valorização do campesinato e de suas relações com a terra.
Também evidencia que, em um contexto como o da Bahia, majoritariamente negro, a escola muitas vezes contribui para o apagamento de identidades e para a reprodução de desigualdades, e como alternativa, propõe uma educação baseada nas condições concretas dos sujeitos, inspirada na politecnia, integrando trabalho, ciência e cultura. Assim, defende-se um modelo educativo voltado à formação crítica e à transformação social, e não apenas às demandas do mercado.
As reflexão apresentada pelo professor Silvano acerca da educação do campo no ensino médio, especialmente no contexto dos municípios baianos, evidencia uma crítica estrutural ao modelo educacional contemporâneo, situado no interior das contradições do modo de produção capitalista.
O texto aborda a educação do campo no ensino médio, destacando que ela está subordinada à lógica do capitalismo e às diretrizes curriculares como a BNCC, que fragmentam o conhecimento e dificultam uma compreensão mais ampla da realidade. Bem como o distanciamento entre o currículo urbano-industrial e a vida dos estudantes do campo, defendendo a valorização do campesinato e de suas relações com a terra.
Também evidencia que, em um contexto como o da Bahia, majoritariamente negro, a escola muitas vezes contribui para o apagamento de identidades e para a reprodução de desigualdades, e como alternativa, propõe uma educação baseada nas condições concretas dos sujeitos, inspirada na politecnia, integrando trabalho, ciência e cultura. Assim, defende-se um modelo educativo voltado à formação crítica e à transformação social, e não apenas às demandas do mercado.
Aula muito interessante, foi forte perceber, que a Educação do Campo dialoga com várias outras lutas do Campo. É muito mais do que educação escolar.
Há uma história de Luta e Resistência na construção da Educação do Campo. Ficou evidente que uma abordagem da relação entre escola e o território é essencial porque a educação não acontece de forma isolada.
Enfim, a educação do campo é um território de disputa e a formação é o caminho.
Aula está sendo ótima com a prof mônica Molina